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terça-feira, 30 de junho de 2009

Comissão da Câmara aprova redução de jornada


A comissão especial que analisa a redução da jornada de trabalho, de 44 para 40 horas semanais, aprovou neste dia 30/6, por unanimidade, o relatório favorável apresentado pelo deputado Vicentinho (PT-SP) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/95. A proposta, em tramitação há 14 anos no Congresso Nacional, também aumenta o valor da hora extra de 50% do valor normal para 75%.A expectativa é que a PEC seja votada pelo Plenário no início de agosto, segundo o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que preside a Força Sindical. Todas as centrais sindicais em atividade no Brasil estão presentes no Auditório Nereu Ramos, onde a comissão está reunida.


Fonte: Agência Câmara
foto: Rodolfo Stuckert

MEC disponibiliza software que transforma texto em áudio

A Mecdaisy, nova tecnologia que permite transformar qualquer formato de texto em áudio, foi lançada no dia 24 de junho pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. Baseado no padrão internacional Daisy (Digital Accessible Information System), a ferramenta facilita a leitura para cegos, já que traz sintetizador de voz e permite ao usuário consultar o índice, folhear o livro e fazer comentários. De acordo com o portal do MEC "estã sendo investidos R$ 1,5 milhão em projetos de recursos tecnológicos para pessoas com deficiência, sendo que R$ 680 mil já foram investidos na criação do Mecdaisy".
Para conhecer e baixar o programa, acesse
Fonte: Publishnews

quinta-feira, 25 de junho de 2009

As baratas têm mais direitos que os sem teto

Veja o que o Uol não mostrou http://video.yahoo.com/watch/5335107/14063846
O Uol publicou reportagem que mostra centenas de sem teto morando sob o viaduto 9 de julho, no centro da cidade. Na matéria, a secretaria de Assistência e Desenvolvimento da Prefeitura, Alda Marco Antônio faz crer que foram os sem teto que "insistiram" em morar em condições subumanas, sem água encanada, com um único ponto de luz para 300 metros quadrados.
Ouvindo Marco Antônio falar que "o desfecho foi apontado por eles mesmo", parece que os sem teto adoram morar em condições precárias. O prédio em que estavam, do INSS, está abandonado há anos e a desocupação foi puramente ideológica, porque ninguém vai fazer nada com o prédio, que continuará habitado pelas baratas, essas, pelo visto, com mais direitos do que os sem-teto.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Ensaio geral para o recrudescimento

Confira as imagens da desocupação dos sem teto neste vídeo muito caseiro
http://video.yahoo.com/watch/5335107/14063846





Durante todo o dia 16/6, dezenas de viaturas da Polícia Militar acompanhavam caminhões que desalojavam rotos móveis, utensílios domésticos, colchões e pessoas de todas as idades de um prédio do INSS ocupado pelo Movimento Sem Teto. O destino das centenas de pessoas/objeto foi sob a marquise do viaduto 9 de Julho, na rua Álvaro de Carvalho, local onde tentaram improvisar abrigos para se proteger do inverno de São Paulo; naquela madrugada os termômetros atingiram 11º cobrindo com névoa fria o sonho de dezenas de famílias que cometeram o “crime” de tentar morar.
Na manhã seguinte, novamente a PM estava no local para desalojar os desabrigados – algo que parece um paradoxo. Durante todo o dia a PM e a Guarda Civil Metropolitana se postaram no entorno dos abrigos, retiraram algumas pessoas, mas ao cair da noite os cerca de 50 policiais militares, mais quase o mesmo tanto da Guarda Civil, se lançaram contra os sem teto com bombas de efeito moral. Os desabrigados interditaram a avenida 9 de julho, e durante cerca de duas horas procedeu-se à desocupação total do local, enquanto uma barraca dos sem teto pegava fogo sem que um único carro de bombeiro aparecesse, apesar de haver um batalhão do Corpo de Bombeiros há menos de um quilômetro de distância, na rua da Consolação. Eram apenas pertences de miseráveis pegando fogo, nada que um “cidadão de bem” da classe média usasse, não havia, mesmo necessidade de quem apagasse o fogo. Por sorte, acaso ou destino, não houve feridos graves.
Para a parada gay do final de semana anterior, a PM mobilizou 400 policiais para uma multidão estimada em 3,5 milhões de pessoas. Para desocupar 200 sem tetos debaixo de um viaduto, essa mesma PM paulista utilizou 50 policiais, mais o reforço da Guarda Civil. Onde está a lógica da matemática da repressão.

Aviso para 2010
Repressão na favela de Paraisópolis, repressão brutal a estudantes e funcionários da USP, repressão a todo movimento social organizado. Este é o recado que José Serra quer passar para os setores mais conservadores da sociedade: podem ficar tranquilos e financiar minha campanha para presidente, não deixarei os baderneiros tomarem conta das ruas.
A lógica é bastante clara. Se eleito presidente, Serra tentará desconstruir os programas sociais e a – ainda pouca, mas constante – participação dos segmentos sociais na formulação de políticas de governo e sabe que enfrentará resistência por parte do movimento sindical e popular. O recrudescimento da atitude da polícia paulista – e paulistana – contra os movimentos sociais tem o nítido sentido de sinalizar que na Presidência, o PSDB vai baixar porrada nos movimentos de resistência, enquanto a fina flor do conservadorismo degusta alegremente seu uísque doze anos.
É necessário organizar uma firme resistência desde já, pois mais repressão se verá até 2010.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Revista do Observatório Social

O Instituto Observatório Social, ligado à CUT, lançou na quarta-feira, 10, a 15ª edição de sua revista. Sempre abordando um tema em profundidade, neste número a revista denuncia a exploração e devastação da Amazônia promovida por grandes empresas. As investigações para a produção das matérias levaram nove meses e foram feitas em parceria com a ONG Repórter Brasil. A revista, em PDF, pode ser lida no sítio www.observatóriosocial.org.br.

Raposas no galinheiro

A Câmara dos Deputados criou uma comissão de 18 membros (nove titulares e nove suplentes) para monitorar os recursos da Copa de 2014. Dos 18 integrantes da Comissão, 14 respondem a inquérito ou ação penal na Justiça; foram multados pelo Tribunal de Contas; tiveram as contas de campanha rejeitada ou estão sendo executados por dívidas junto ao poder público. Desses 18 deputados, 16 tiveram os nomes envolvidos em supostos atos de desvio ou mau uso de recursos públicos. O levantamento é da ONG Transparência Brasil e os dados podem ser acessados pelo link http://www.excelencias.org.br/docs/SubcomissCopa.pdf.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

ATO NA ALESP REÚNE CENTENAS DE MILITANTES


Na segunda-feira, 8, o auditório Franco Montoro, da Assembleia Legislativa de São Paulo, ficou lotado durante o evento em defesa da Petrobrás, iniciativa de diversos deputados paulistas.
Representando o movimento sindical petroleiro e a CUT nacional, Antonio Carlos Spis explicou como a categoria tem organizado as atividades em busca das assinaturas necessárias para uma lei de iniciativa popular, reafirmou que a quebra do monopólio do petróleo - promovido pelo governo FHC - foi crime de lesa pátria e convocou a todos para participarem do ato dia 19.
Outros oradores que o sucederam discursaram na mesma linha e reforçaram a necessidade de mobilização popular para enfrentar os ataques da direita.
Além de diversos deputados estaduais e vereadores do PT e do PCdoB, participaram 4 centrais sindicais (CUT, Força, UGT e CGTB), representantes de diversas ONG, representante do Partido da Pátria Livre e os deputados federais Carlos Zarattini e José Genoino (PT).

segunda-feira, 8 de junho de 2009

REFLEXÕES SOBRE O DIPLOMA DE JORNALISTA

O professor de Comunicação, Elias Novellino, postou o seguinte comentário sobre a matéria que escrevi a respeito do diploma e dos cursos de Comunicação (reproduzo aqui com autorização do autor).
Norian, gostaria de passar para você algumas reflexões sobre o seu texto.
Há alguns anos a FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas de todo o país com o apoio do governo Lula tentaram criar um Conselho Federal de Jornalismo e qual foi a reação de toda mídia, criticas ao governo, a Fenaj , aos sindicatos e a antiga acusação que isso seria uma forma de censura ao trabalho dos jornalistas, dos jornais.
Os proprietários de meios de comunicação não querem saber de qualquer forma de critica da sociedade em relação a qualidade da informação que é produzida por jornais, rádios e tvs e o projeto foi retirado do Congresso.
Recentemente entrevistamos na aula de radiojornalismo da P.U.C. no periodo da manhã o presidente da FENAJ, Sergio Murillo , que está preocupado com a qualidade dos cursos , defende um Conselho ou um Ordem de Jornalistas.
Sempre me pergunto porque as centrais sindicais não dão importância a questão da comunicação no país, recentemente li com alegria que finalmente o Sindicato dos Metalurgicos do ABC vai conseguir uma concessão para a criação de uma rádio, essa rádio já fazia parte das reivindicações dos Metalúrgicos desde os anos 80.
Porque o movimento sindical , o movimento popular em geral : associações de moradores, MST,ONGS não se mobilizam pressionam os congressistas para discutir essa questão e finalmente os " sem voz " do país terem condições de ter meios de comunicação.
O que tenho visto nas últimas décadas é a reclamção de partidos de esquerda de manipulação nas eleições , do movimento popular em geral que a imprensa é preconceituosa, parcial e não dá espaço a maioria dos brasileiros em jornais, rádios e revistas.
Acredito que deputados e senadores deveriam ser pressionados, no sentido de pedir votos e apoio para a criação de uma legislação que democratizasse a informação e permitisse acompanhar o que é feito pelos meios de comunicação hoje. É impossivel esquecer que rádios e tvs são concessões públicas que vem sendo renovadas seguidamente no Congresso.
Para mim, a discussão sobre a comunicação no Brasil não deve ficar restrita aos jornalistas,porque essa questão é importante para toda sociedade e porque essa sociedade não se mobiliza para essa discussão.
Sou professor de jornalismo há 19 anos e consegui conviver com gerações de jovens idealistas, interessados nos problemas e nas soluções dessas questões para a maioria do povo brasileiro.
Quando vou assistir a entrega do prêmio Wladimir Herzog percebo quantos jornalistas de vários Estados fazem reportagens excelentes que as vezes não temos acesso em São Paulo, com certeza muitos desses jornalistas passaram por algumas Universidades que se preocupam com a formação do estudante e não sómente com a colocação desse jovem no mercado de trabalho.
Outra dúvida que tenho sobre a discussão do diploma é se o fim do diploma vai permitir que o movimento sindical, sem teto, movimento popular em geral passem a fazer parte do noticiário. Será que é o fim do diploma que vai garantir uma imprensa democrática no país ?
Não seria função do governo proibir que Faculdades tivessem salas com oitenta alunos, não seria obrigação dos pais e estudantes questionarem a qualidade dos cursos ?
Toda discussão sobre como melhorar o jornalismo no país é válida, mas a impressão que tenho que o fim do diploma só iria permitir as empresas aumentar o número de celebridades, puxa sacos , amigos do dono que hoje estão na mídia.
Essas são sómente algumas reflexões de quem vive há trinta e dois anos em redações de rádios e tvs e acompanhando como os jornalistas convivem com a suposta liberdade de imprensa.
Desde 1.977 acompanho como os meios de comunicação são " imparciais " nas coberturas de Diretas, Greve dos Metalúrgicos do ABC, Eldorado de Carajás, morte de Chico Mendes , etcc.

Um abraço, Elias Novellino

sábado, 6 de junho de 2009

Justiça apura propaganda irregular de Serra

O Superior Tribunal de Justiça abriu sindicância para apurar se houve irregularidade na campanha publicitária da Sabesp veiculada em rede nacional. O valor do contrato com agência de publicidade somou R$ 43,75 milhões. Apenas na Rede Globo foram gastos R$ 7,45 milhões em veiculação. A Sabesp informou que a publicidade estava de acordo com seus "interesses institucionais", mas não explicou que diabo uma companhia paulista, cujo governador quer ser presidente da República, tem que anunciar esgoto no Acre, por exemplo, se não cuida sequer do saneamento no Estado. Quem duvidar é só dar um passeio pela periferia da capital.

ATO EM DEFESA DA PETROBRÁS EM BRASÍLIA REÚNE 3 MIL PESSOAS






Encerramento do ato: assista aqui
http://www.youtube.com/watch?v=3sAPf2D2uKg&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Esindipetrosp%2Eorg%2Ebr%2F%3Fq%3Dnode%2F1456&feature=player_embedded


Cerca de 3 mil pessoas realizaram no dia 3 uma manifestação em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, para protestar contra a instalação da CPI dos privatistas e reafirmar a campanha pela soberania nacional e por um novo marco regulatório para o setor do petróleo.
O ato, organizado pela FUP, CUT e CTB, contou com a participação da central sindical CGTB, do MST, da UNE e representantes de diversos movimentos sociais.



A princípio a proposta da FUP era realizar um ato no Salão Verde do Câmara dos Deputados, mas os manifestantes foram barrados por um forte esquema de segurança. O ato foi transferido para a frente do Congresso e contou com a participação de militantes da área da saúde e de movimentos de moradia que realizam manifestação no mesmo local.
As diversas lideranças que se sucediam no caminhão de som, destacavam a importância da luta pela garantia da Petrobrás 100% estatal, pelo fim dos leilões e contra a CPI da privatização, que teve sua instalação adiada.
"O parlamentar que votar contra os interesses nacionais terá sua foto estampada nos postes do país", proclamou o petroleiro Antonio Carlos Spis no comando do ato ocorrido em Brasília, dia 3. Do alto do caminhão de som, Spis convidava lideranças sindicais e sociais para prestar sua solidariedade à luta pela soberania nacional e lembrava que a data (3/6) coincidia com o fim da maior greve da categoria, ocorrida em 1995.
Para o secretário geral da CUT, Quintino Severo, o ato representava um marco histórico na luta pela defesa do que é público. "Não ousem tentar destruir o patrimônio", conclamava contra deputados do PSDB e do DEM. O petroleiro e também dirigente da CUT, Dary Becker, lembrou não ser coincidência que a CPI ocorra no momento em que o governo prepara o anúncio de novo marco regulatório para o setor de petróleo.
Lúcia Stumpf, presidente da UNE, lembrou o envolvimento histórico da entidade com as lutas em defesa do petróleo, desde a década de 1950 e convocou todas as entidades para a manifestação que a UNE irá promover em Brasília dia 16 de julho.
Representando a coordenação nacional do MST, Marina dos Santos denunciou a tentativa dos partidos neoliberais e conservadores de entregar as riquezas do país para empresas multinacionais.
Para o presidente da CUT, Artur Henrique, a oposição tenta usar a CPI para a disputa eleitoral de 2010 e desviar a atenção para temas da agenda dos trabalhadores no Congresso, como a redução da jornada de trabalho, a convenção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho, que proíbe dispensa injustificada) entre outras. Artur lembrou que a Petrobrás é responsável pelos maiores investimentos do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e por isso a oposição tenta inviabilizar a companhia.
Em seu discurso, o coordenador da FUP e diretor do Unificado, João Antonio de Moraes, afirmou que cabe às entidades mostrar para a população a noção exata dos embates que estão ocorrendo. "Nossa luta principal é por um novo marco regulatório para o setor energético e de petróleo", destacou o líder petroleiro, conclamando para a unidade dos movimentos sociais em defesa da soberania nacional.
Ao final do ato, os militantes, de mãos dadas, circundaram a praça em frente ao Congresso entoando o Hino Nacional.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

DIPLOMA PARA JORNALISTA E O CU DA CUT

O Supremo Tribunal Federal incluiu na pauta da sessão de quarta-feira, dia 10 de junho, o julgamento do Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a obrigatoriedade da formação universitária em Jornalismo para o exercício da profissão. Essa é uma discussão antiga na qual o corporativismo ofusca alguns aspectos que considero devam ser apontados para a reflexão.
Sou formado em jornalismo há quase 20 anos e desde calouro ouço sobre a "importância" do diploma específico para atuar na área, dos "perigos" de se ter profissionais atuando sem o devido diploma e coisa e tal. No entanto, pouco se questiona que tipo de profissional tem sido formado por essas escolas.
Recentemente precisei selecionar estagiário de jornalismo para trabalhar em um sindicato cutista. De mais de 20 currículos, selecionei oito, levando em conta critérios como o número de erros de português apresentados nos ditos CVs. Dos entrevistados, todos quartanistas de escolas particulares de São Paulo, apenas um tinha uma vaga noção do que era CUT e nenhum soube me dizer o que significava a sigla. Caros leitores, uma pessoa que daqui a seis meses vai se considerar jornalista profissional não saber dizer o que significa três letrinhas que aparecem constantemente nos jornais é, no mínimo, muito preocupante.
Diálogo travado com uma das candidatas:
Pergunta: Você está se candidatando a uma vaga de estágio em um sindicato, você sabe o que faz um sindicato?
Resposta: Ah!, mais ou menos, ele ajuda o trabalhador né...?
- Mais ou menos isso. E CUT, você sabe o que é?
- Isso não sei, não!
- Mas a sigla, pelo menos, você sabe o que significa?
- Ah!, o T deve ser de trabalhista, trabalhador, né?...
- E o CU?
A moça, rubra como uma bandeira flamenguista, não soube responder
- Tá, uma pergunta mais fácil: quais jornais você lê?
- Ah!, às vezes entro no site do UOL.
Se sentir informado lendo as manchetes do sítio UOL é de chorar!
Aí partimos para uma questão que deveria preceder ao debate do canudo. Qual profissional as escolas têm formado? Me debato com essa questão desde os tempos de estudante, quando promovíamos forte resistência às tentativas de mudança de grade curricular. Na época, já começava a vingar a tese de que as escolas deveriam preparar técnicos para o mercado em vez de pessoas com massa crítica cinzenta. Paradoxalmente, quanto mais a universidade tenta aproximar suas disciplinas das técnicas da imprensa comercial, menos preparado torna esse profissional.
Sem formação humanista, sem conhecimento de história, filosofia, sem formação ética entre outros "detalhes", as escolas estão a formar um bando de burocratas que irão reproduzir sem qualquer questionamento o que de pior tem o jornalismo. E para isso não precisa de diploma mesmo.
A Fenaj (Federação dos Jornalistas) e os sindicatos da categoria tratam esse tema sob óticas enviezadas e acabam fortalecendo o coro dos corporativistas. Quero ler matérias feitas com rigor na apuração, com independência, com senso crítico, sejam elas escritas por um oriundo das cadeiras de faculdade de jornalismo, por um sociólogo ou arquiteto.
A melhor maneira de garantir que quem se forme tenha prioridade no exercício da profissão é investir contra o baixo nível das escolas de Comunicação, é criar um conselho federal de jornalismo e lutar contra a mediocridade geral da imprensa tupiniquim. O diploma é mero detalhe diante de coisas tão mais importantes. Ou continuaremos a formar "jornalistas" que não sabem o que é o CU da CUT.

terça-feira, 2 de junho de 2009

A MIOPIA POLÍTICA DE EX-COMUNISTA

A mais recente pesquisa Sensus aponta que o presidente Lula atingiu o índice de 69% de aprovação de seu mandato (ótimo e bom). Fernando Henrique, na mesma época em seu segundo mandato, detinhas parcos 19%.
No dia 31/5, o o sítio do Wall Street Journal destaca que Brasil e outros países em desenvolvimento estão saindo da crise mais fortalecidos do que países do chamado Primeiro Mundo. Os números da economia nacional apontam para uma desacelaração da crise.
Aí, aparece na mídia a propaganda do PPS, partido que herdou os piores vícios e dirigentes do antigo partidão, com o senhor Roberto Freire dizendo que o país está à deriva e os tucanos precisam voltar ao governo, com seus lacaios ocupando carguinhos aqui e ali.
Já haviam me dito que esse senhor precisava de óculos até para abrir feixe de sutiã, mas a miopia política do balcão de negócios que se tornou o PPS é cada vez mais risível.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Movimento sindical faz ato no Congresso na abertura da CPI da Petrobrás

Nesta quarta-feira, dia 3/6, as centrais sindicais - CUT à frente - promovem a chamada "ocupação pacífica do Congresso Nacional", em Brasília, data da instalação da CPI da Petrobrás. O movimento sindical tem promovido diversas manifestações nas capitais para chamar a atenção da população sobre o uso da CPI da Petrobrás para privatizar as reservas do pré-sal e enfraquecer a empresa com vistas à sua futura privatização, em caso de vitória do tucanato nas eleições presidenciais do próximo ano.
Já ocorream manifestações no Rio de Janeiro (21/5) e no Rio Grande do Norte (26/5). Neste 2/6 ocorre em Curitiba e no dia 11, em Manaus.
Em nota, a Executiva Nacional da CUT destaca que "neste momento é fundamental a unidade do movimento sindical e social em defesa da Petrobrás e do patrimônio público nacional, portanto vamos juntos ampliar a defesa do nosso petróleo e do gás contra os que querem destruir a imagem da empresa, paralisar os investimentos e, com isso diminuir o ritmo do desenvolvimento do país".
A CUT espera a presença de cerca de 300 pessoas no ato em Brasília. De São Paulo, o Sindicato Unificado dos Petroleiros enviará dois ônibus com manifestantes para participar do ato.