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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Condenado por exploração sexual assume mandato de deputado federal



Reproduzo, abaixo, matéria publicada no site Congresso em Foco. Confira aqui





O suplente de deputado Nelson Nahim (PSD-RJ) tomou posse na Câmara, nessa quarta-feira (4), três meses após ter sido solto graças a uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF). Condenado em primeira instância a 12 anos de prisão por estupro de vulnerável, coação no curso do processo e exploração sexual de adolescentes, Nahim passou quatro meses na prisão, cumprindo pena determinada pela juíza Daniela Barbosa Assunpção, da terceira Vara Criminal de Campos dos Goytacazes (RJ). Antes dela, outros 17 magistrados se declararam impedidos de julgar o caso, que envolvia empresários e autoridades do município.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Alexandre de Moraes não tem condições de continuar à frente do Ministério da Justiça



As declarações e a postura do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, após a rebelião no presídio de Manaus, não são apenas mais uma das “trapalhadas” do ministro e ex-advogado de empresas ligadas ao PCC; são o uso consciente de seu posto para diminuir o impacto (e, por consequência, a ação a ser tomada) do massacre que resultou em 56 mortes, decapitação e exposição nacional e internacional de quem comanda os presídios no Brasil são as facções criminosas.

É cada vez mais evidente que Alexandre de Moraes não tem condições de continuar à frente do Ministério da Justiça.

Em 21 de outubro, dois meses antes da chacina em Manaus, a jornalista Cecília Olliveira escreveu um artigo para o site The InterceptBrasil, mostrando como a conivência (ou omissão) do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, com o crime organizado, facilitou a ação de facções como o PCC e o Comando Vermelho (CV).

Uma guerra de territórios entre as duas organizações pode ajudar a explicar os trágicos acontecimentos ocorridos no presídio de Manaus. Moraes, imediatamente, correu à imprensa para dizer que o massacre nada tinha a ver com a guerra entre facções. Imediatamente foi desmentido pelo secretário de Segurança de Manaus.

A matéria do Intercept deixa claro que há uma guerra em andamento.
O ministro [Alexandre de Moraes] persiste no erro comum de onde vem — e onde ganhou experiência — e ignora, por exemplo, que o Ministério Público de SP apurou que o conflito entre CV e PCC começou em 2015, quando presos do CV em Roraima, Rondônia e Acre se aliaram à Família do Norte (FDN) e a outros grupos rivais ao Comando da Capital. Segundo o MPE, há cerca de 200 a 300 integrantes do CV espalhados em penitenciárias paulistas dominadas pelo PCC.”.

Em outro trecho, divulga nota do próprio PCC justificando a guerra. 
...“O ‘salve’ encaminhado pelo PCC aos membros espalhados em presídios diz que o CV o desrespeitou, matando pessoas ligadas ao grupo e se aliando à facções inimigas no norte do país:
“A cerca de três (3) anos buscamos um dialogo com a liderança do c.v nos estados, sempre visando a Paz e a União do Crime no Brasil e o que recebemos em troca, foi irmão nosso esfaqueado e Rondonia e nada ocorreu, ato de talaricagem por parte de um integrante do cvrr e nenhum retorno, pai de um irmão nosso morto no Maranhão e nem uma manifestação da liderança do cv em prol a resolver tais fatos.
Como se não bastasse, se aliaram a inimigos nossos que agiram de tal covardia como o PGC que matou uma cunhada e sua prima por ser parentes de PCC, matarão 1 menina de 14 anos só por que fecahava com nós.”
O Ministério da Justiça sabia da existência desse conflito, de suas ramificações com o grupo Família do Norte, e de um plano para a ocorrência de uma rebelião no presídio – como afirmou o próprio Moraes.
Há cada vez mais indícios de que o massacre ocorrido em Manaus foi mais um episódio da guerra pelo comando do crime em todo o país. Uma guerra que começa com as facções e ameaça toda a sociedade, enquanto o ministro da Justiça continua a agir como advogado de defesa de criminosos.  


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