segunda-feira, 23 de maio de 2016

MALANDRINHO, SERRA E PARENTE DERAM R$ 2,9bi DO BC PARA SALVAR BANCOS PRIVADOS (QUE ACABARAM FALINDO)




Pedro Parente, novo presidente da Petrobrás, fez parte do núcleo central do governo FHC e, além da herança maldita do apagão e das políticas de privatização, carregou no currículo duas ações de reparação de danos por improbidade administrativa em 1994, quando era ministro da Casa Civil tucana. 

As ações movidas pelo Ministério Público Federal se referem ao aporte de R$ 2,9 bilhões dados pelo Banco Central aos ex-bancos Bamerindus e Econômico, como parte do Proer –programa criado por FHC para socorrer bancos privados com recursos públicos. 

A ação também envolve José Serra (na época ministro do Planejamento) e Pedro Malan (ministro da Fazenda).



A volta da PetrobraX?


Um dos mais desastrosos período da Petrobrás ocorreu sob a presidência de Henri Philippe Reichstul, entre 1999 e 2001.

Foi em sua gestão que se fez a tresloucada aventura de tentar mudar o nome da empresa para PetrobraX, caminho sem volta da privatização. Um de seus mais ardorosos defensores no governo era Pedro Parente, que na época acumulava o cargo remunerado de conselheiro diretor da Petrobrás. 
A gestão de Reichstul está associada ao pior período da empresa: sucessivas tentativas de privatização (após a quebra do monopólio do petróleo, em 1998); o acidente da P-36 na Bacia de Campos, que causou a morte de 11 trabalhadores, em março de 2001, e o vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo na Baía de Guanabara, em 2000. 

Em todos esses episódios Reichstul teve o apoio de Parente para se segurar no cargo.
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