sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Quando o Judiciário atropela a justiça

Após a “coincidência” de o julgamento de José Dirceu e outros expoentes do PT no STF acontecer às vésperas da eleição, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, deu mais prova dos interesses políticos desse julgamento. Gurgel, que segurou o quanto pode a abertura da investigação sobre as relações de Demóstenes Torres com Carlinhos Cachoeira, declarou que deseja que o julgamento do STF afete o processo eleitoral. Quando o judiciário atua como político, quem perde é a justiça.
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