sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Odebrecht lá e aqui


No Equador, a construtora fez uma hidrelétrica que não gera luz; em São Paulo foi uma das responsáveis pela cratera da linha 4 do metrô de São Paulo, que matou sete pessoas. O presidente do Equador, Rafael Correa, interviu na empresa, expulsou os responsáveis e vai apurar e cobrar providências. Aqui, o sempre presidenciável José Serra renovou o contrato com a empreiteira. O consórcio que toca a obra do metrô havia doado R$ 1,7 milhão para a campanha de Serra a governador. OAS, de um ex-genro de ACM, doou R$ 1 milhão; a Odebretcht, 300 mil reais e a Camargo Corrêa 400 mil.
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