No dia 21 de julho, ao fazer um balanço de seu primeiro ano à frente da Petrobrás, Pedro Parente afirmou que o que mais o surpreendeu nesse período foi a paralisia da gerência da empresa. "A média gerência está amedrontada, paralisada", disse, em referência à Operação Lava Jato.
Os trabalhadores e trabalhadoras da Petrobrás, no entanto, estão surpreendidos com outra situação: a voracidade do desmonte arquitetado pela equipe de Parente para entregar patrimônio e áreas estratégicas ao capital estrangeiro.
