Mostrando postagens com marcador centrais sindicais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador centrais sindicais. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de março de 2017

CENTRAIS MARCAM GREVE GERAL PARA DIA 28 DE ABRIL




Reunidos na tarde desta segunda-feira (27), na sede nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), em São Paulo, os presidentes das centrais sindicais, dirigentes sindicais analisaram a grave situação política, social e econômica que o país atravessa e decidiram que:
Dia 28 de abril
Vamos parar o Brasil
As centrais sindicais conclamam seus sindicatos filiados para, no dia 28, convocar os trabalhadores a paralisarem suas atividades, como alerta ao governo de que a sociedade e a classe trabalhadora não aceitarão as propostas de reformas da Previdência, Trabalhista e o projeto de Terceirização aprovado pela Câmara, que o governo Temer quer impor ao País.
Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT.
Por isso, conclamamos todos, neste dia, a demonstrarem o seu descontentamento, ajudando a paralisar o Brasil.

São Paulo, 27 de março de 2017.

Adilson Araújo
Presidente da CTB

Antonio Neto
Presidente da CSB
José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central

Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah
Presidente da UGT

Vagner Freitas
Presidente da CUT

Edson Carneiro (Índio)
Secretário Geral Intersindical

Luiz Carlos Prates (Mancha)
Presidente da CSP-Conlutas
Ubiraci Dantas de Oliveira (Bira)
Presidente da CGTB

terça-feira, 16 de agosto de 2016

CENTRAIS CRITICAM EMPRESÁRIOS, MAS EVITAM O "FORA TEMER"





Na manhã desta terça-feira (16.ago2016), as principais centrais sindicais do país realizaram o Dia Nacional de Luta em Defesa do Emprego e dos Direitos Trabalhistas. Em São Paulo, dirigentes e militantes da Força Sindical, CUT, CTB, UGT, Nova Central e CSB ocuparam a frente do prédio da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), na Avenida Paulista, para criticar as políticas recessivas do governo, a reforma da Previdência, a ampliação desenfreada da terceirização, o aumento do desemprego e o corte de direitos trabalhistas.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Serra: Impostura e golpe contra os trabalhadores

O candidato José Serra (PSDB) tem se apresentado como um benemérito dos trabalhadores, divulgando inclusive que é o responsável pela criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e por tirar do papel o Seguro-Desemprego. Não fez nem uma coisa, nem outra. Aliás, tanto no Congresso Nacional quanto no governo, sua marca registrada foi atuar contra os trabalhadores. A mentira tem perna curta e os fatos desmascaram o tucano.

A verdade
Seguro-Desemprego – Foi criado pelo decreto presidencial nº 2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. Sua regulamentação ocorreu em 30 de abril daquele ano, através do decreto nº 92.608, passando a ser concedido imediatamente aos trabalhadores.

FAT – Foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto sobre o FAT (nº 2.250/1989), que foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados, na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez que o projeto de Jorge Uequed já havia sido aprovado.

Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988) - José Serra votou contra os trabalhadores:
a) Serra não votou pela redução da jornada de trabalho para 40 horas;
b) não votou pela garantia de aumento real do salário mínimo;
c) não votou pelo abono de férias de 1/3 do salário;
d) não votou para garantir 30 dias de aviso prévio;
e) não votou pelo aviso prévio proporcional;
f) não votou pela estabilidade do dirigente sindical;
g) não votou pelo direito de greve;
h) não votou pela licença paternidade;
i) não votou pela nacionalização das reservas minerais.
Por isso, o Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), órgão de assessoria dos trabalhadores, deu nota 3,75 para o desempenho de Serra na Constituinte.

Revisão Constitucional (1994) – Serra apresentou a proposta nº 16.643 para permitir a proliferação de vários sindicatos por empresa, cabendo ao patrão decidir com qual sindicato pretendia negociar. Ainda por essa proposta, os sindicatos deixariam de ser das categorias, mas apenas dos seus representados. O objetivo era óbvio: dividir e enfraquecer os trabalhadores e propiciar o lucro fácil das empresas. Os trabalhadores enfrentaram e derrotaram os ataques de Serra contra a sua organização, garantindo a manutenção de seus direitos previstos no artigo 8º da Constituição.
É por essas e outras que Serra, enquanto governador de São Paulo, reprimiu a borrachadas e gás lacrimogêneo os professores que estavam reivindicando melhores salários; jogou a tropa de choque contra a manifestação de policiais civis que reivindicavam aumento de salário, o menor salário do Brasil na categoria; arrochou o salário de todos os servidores públicos do Estado de São Paulo.
As Centrais Sindicais brasileiras estão unidas em torno de programa de desenvolvimento nacional aprovado na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho, com mais de 25 mil lideranças sindicais, contra o retrocesso e para garantir a continuidade do projeto que possibilitou o aumento real de 54% do salário mínimo nos últimos sete anos, a geração de 12 milhões de novos empregos com carteira assinada, que acabou com as privatizações, que descobriu o pré-sal e tirou mais de 30 milhões de brasileiros da rua da amargura.


Antonio Neto – presidente da CGTB
Wagner Gomes – presidente da CTB
Artur Henrique – presidente da CUT
Miguel Torres – presidente da Força Sindical
Jose Calixto Ramos – presidente da Nova Central

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Centrais sindicais doam R$ 200 mil às vítimas do Haiti

Fonte: Reporter Sindical (www.agenciasindical.com.br)
As seis Centrais Sindicais brasileiras (CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB e UGT) decidiram em reunião realizada na capital paulista, na sexta-feira (15), fazer uma doação de R$ 200 mil às vítimas do terremoto no Haiti. A quantia será enviada por meio da Cruz Vermelha e deve chegar o mais rápido possível ao país caribenho.
Segundo o presidente da CTB, Wagner Gomes, a solidariedade internacional é o mais urgente neste momento. “Não podemos nos abster frente a tanto sofrimento e destruição. Lamentamos muito o fato ocorrido e somos solidários a este povo tão sofrido”, afirma.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Redução da jornada de trabalho

Dia 11 de fevereiro começam os trabalhos legislativos no Congresso Nacional e nesse mesmo dia a CUT e as demais centrais programaram a realização de uma série de manifestações para avançar a proposta de redução da jornada de trabalho sem redução de salários. O presidente da Câmara Federal, Arlindo Chinaglia (PT-SP) afirmou que irá instalar uma comissão para debater o tema.
Em São Paulo, o ato das centrais acontece a partir das 10h, na praça Ramos de Azevedo – em frente ao Teatro Municipal. Lideranças e militantes vão instalar postos de coleta de as-sinatura e mobilizar quem passar pelo local para aderir à campanha, com a ajuda de carros de som e panfletagem.
Para Artur Henrique, presidente da CUT, este ato servirá como marco de uma ampla campanha unificada que, ao longo do tempo, terá como desafio incorporar outros atores sociais. “A redução da jornada será uma mudança significativa, que enfrentará forte oposição. Por isso a necessidade de uma frente de luta ampla”, diz.“No entanto”, completa, “a CUT e suas entidades filiadas devem tomar para si a tarefa de divulgar a campanha e conquistar apoio em suas bases, na vizinhança, nas cidades e regiões”, convoca Artur.